É preciso transver o mundo: imaginação e faz de conta a partir das contribuições da perspectiva histórico-cultural

  • Fabrício Santos Dias de Abreu Secretaria de Educação do Distrito Federal - Universidade de Brasília
  • Marina Teixeira Mendes de Souza Costa Secretaria de Educação do Distrito Federal - Universidade de Brasília
  • Daniele Nunes Henrique Silva Universidade de Brasília

Resumo

Este artigo tem por objetivo analisar a imaginação e a brincadeira de faz de conta enquanto propulsoras de processos de desenvolvimento da criança. A partir da Perspectiva Histórico-Cultural, com foco nos trabalhos de Vigotski, Leontiev e Mukhina, buscamos sinalizar que a emergência dos processos imaginativos está vinculada às condições sociais específicas, pois o que se imagina e como se imagina, está determinado pelas condições de produção da expressão criadora infantil e por seu contexto cultural. Defendemos que a brincadeira é a principal atividade da criança e que ela engendra mudanças significativas no psiquismo e revelam formas de desenvolvimento do simbolismo. Por meio de um olhar sensível para as formas como as crianças brincam pode-se entender como interpretam, sentem, vivenciam, interagem e (re)produzem a cultura e o próprio conhecimento.

Publicado
Abr 18, 2018
##submission.howToCite##
ABREU, Fabrício Santos Dias de; COSTA, Marina Teixeira Mendes de Souza; SILVA, Daniele Nunes Henrique. É preciso transver o mundo: imaginação e faz de conta a partir das contribuições da perspectiva histórico-cultural. Revista Com Censo: Estudos Educacionais do Distrito Federal, [S.l.], v. 5, n. 2, p. 133-138, abr. 2018. ISSN 2359-2494. Disponível em: <http://www.periodicos.se.df.gov.br/index.php/comcenso/article/view/377>. Acesso em: 23 jun. 2018.